Venda dos bilhetes para o HALKA (Grupo Acrobático de Tanger)

Venda dos bilhetes para o HALKA (Grupo Acrobático de Tanger)

   Informamos que os bilhetes para o espetáculo HALKA, do Grupo Acrobático de Tanger, que se segue de um incrível Jantar Marroquino já se encontram no lugar do TODOS deste ano - Alameda de Santo António dos Capuchos, nº 1, mesmo junto à entrada principal do Hospital dos Capuchos.

 

Esperamos por vocês! Até já

Publicado por Festival TODOS às 29-08-2017 22:15

Labels: todos2017 festivaltodos grupoacrobaticodetanger


O Festival Todos chama voluntários!

O TODOS está aberto para acolher pessoas de várias nacionalidades, proveniências e geografias, credos e orientações, idades e profissões, que queiram participar no festival de forma voluntária e pôr as mãos na massa de que é feita uma festa que é para TODOS e de TODOS.

De 8 a 10 de Setembro é tempo de TODOS na Colina de Santana. Três dias em que há espaço para tudo: ver espetáculos, conhecer artistas, ajudar, aprender, descansar, divertir-se, sentir os sabores do mundo e compreender como se compõe uma organização grande e complexa de forma simples, direta e informal.

Um Festival que está perto daqueles a quem se destina, que está dentro do bairro para o qual se constrói e que se move pela ideia de tornar o quotidiano numa grande celebração. Dança, Teatro, Novo Circo, Comidas do Mundo, Música, Fotografia, Performance, para ver e mexer por dentro. Dar a ver os muitos rostos que fazem Lisboa e os mundos inteiros que nela cabem.

DEADLINE CANDIDATURAS: 28 de Agosto (segunda-feira)
REUNIÃO de apresentação e distribuição de
tarefas: 1 de Setembro (sexta-feira) pelas 18h30 no Lugar do TODOS – Palácio Centeno, Alameda de Sto. António dos Capuchos, nº1 (junto à entrada do Hospital dos Capuchos)

Festival.todos@gmail.com // www.festivaltodos.com

Publicado por Festival TODOS às 02-08-2017 14:25

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Todos 2017 - INSCREVA-SE - Atelier de Costura no Jardim do Campo Santana

Entre 7 e 25 de Agosto, das 16h às 20h durante a semana, o Todos convida Todos para virem costurar em grupo, à tarde, com pessoas de várias origens, e para, através da costura, do desenho e da composição, se conhecerem e fazerem peças de tecidos com histórias diferentes.

Das sobras esquecidas nos fundos dos armários nascerão peças únicas e diferentes que irão seduzir o público do festival, sendo algumas ideias:

- Mantas feitas de roupas usadas
- Toalhas-aventais
- Almofadas-sacos
- Individuais de mesa…

Tudo a inventar e a compor. Formas, cores, padrões e funções novas para o que aparentemente já não serve.
Venha a seguir ao trabalho, quando puder, só um dia, só dois, mas também pode vir sempre, desde que venha divertir-se, distrair-se, ou aprender a coser botões.
Venha, acima de tudo, trocar as suas mãos com as mãos de outros / outras lisboetas.

Sim?

Criação de ideias e confeção com Vera Alvelos e Telma Antunes

Inscrições com Teresa de Brito
festival.todos@gmail.com
918192310

Até já!!

Publicado por Festival TODOS às 12-07-2017 16:00

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Obrigado por tudo, obrigado a TODOS

O TODOS também é ler, meditar e descansar. Além de ver e espreitar artes performativas, fotografia, degustar comida, partilhar.

Obrigado aos milhares que nos visitaram e aos que o queriam ter feito. Obrigado por tudo, obrigado a TODOS.

Publicado por Festival TODOS às 12-09-2016 17:00

Labels: Festival Todos 2016 Agradecimentos


ESPREITAR TODOS - DIÁRIOS 4

Por Sarah Adamopoulos (texto) e Céu Guarda (fotos) 

TODOS na igreja como no Mundo
Pequeno templo pobre, erguido e mantido ao longo do tempo com parcas esmolas, por sucessivas ocasiões integrado num convento a que foram atribuídas funções e valências outras, há na Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos, nas suas pedras mais velhas sobreviventes ao grande terramoto, em qualquer coisa que o edifício material transpira, os solavancos da História passional do País com a sua Igreja.

Ontem, ao final da tarde, à hora em que o público do TODOS aguardava resilientemente à porta pelo início do concerto dos Violons Barbares, uma missa era rezada a contra-relógio, procurando o sacerdote celebrador, ali chegado com atraso por ter ido acorrer a urgências de reconforto espiritual inadiáveis (assim nos explicou) que o concerto pudesse começar sem mais demoras.

Poucos minutos depois de ter conseguido furar a multidão e entrar na igreja, ouvi o padre a abençoar os fiéis presentes e os ausentes, numa ladainha mística e poética que foi crescendo em capacidade inclusiva, alargando as suas graças a todos os outros, incluídos os perdidos de fé, e até mesmo os infiéis, numa espantosa invocação ecuménica do favor divino e da compaixão humana a todos contidos no Mundo. Começou aí o momento do TODOS na Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos, embora a maior parte do público do Festival não tivesse ainda conseguido penetrar na igreja – que estava a abarrotar com a gente ali congregada para a missa, a que se foram depois acrescentando, acomodando-se como podiam, as pessoas que ali estavam para o concerto. Coubemos todos, como na bênção do padre.

Ao meu lado, duas senhoras falavam de tudo e de nada, ininterruptamente, ao mesmo tempo que faziam selfies e consultavam o Facebook. Vários elementos do público do TODOS tentaram que se calassem, mas sem êxito. E assim começou o concerto, que celebrou com sonoridades inesperadas a diversidade do Mundo. Uma música distante encheu a igreja e levou-me momentaneamente de volta a 2015 quando, numa outra igreja de Lisboa, ouvi uma das mais belas e transcendentais músicas de sempre, a oratória inter-religiosa Credo, criada para a edição do Festival do ano passado.

Entre a estranheza e a surpresa provocada pela alegria da música, as pessoas foram saíndo da missa e entrando no concerto – e as crianças dançaram em cima dos bancos da igreja onde minutos antes se haviam chorado de joelhos os mortos e os desvalidos. Uma espécie indefinível de jazz completamente doido (bárbaro) encheu o lugar de outras culturas, dando forma a um happening longe de tudo o que comummente pode ser ouvido numa igreja em Portugal.

Uma sequência unicamente formada por canções de amor – de amor humano sem outra elevação – levou as pessoas da missa de volta ao corpo, minutos antes limpo do pecado e já novamente enchendo-se dele. Bastará dizer que no final do concerto, e já depois de outras cavalgadas rítmicas e claramente pecaminosas, uma música búlgara foi dançada pelos fiéis, com as mãos a estalar dedos no ar e o rabo a dar a dar.

O mongol Dandarvaanchig Enkhjargal, virtuoso do morin khoor e cantor de raros talentos vocais (também xamanistas), o búlgaro Dimitar Gougov, tocador da gadulka, e o percussionista francês Fabien Guyot, levaram-nos a todos ali presentes na igreja para lugares onde a maioria não esteve jamais – situados na Mongólia, na Bulgária, na Georgia, na Macedónia, no Afeganistão ou ainda no Cazaquistão. E foi assim que a palavra bárbaro ganhou novos significados, sem relação alguma com a História oficial que narra os feitos incivilizados de povos pretéritos de invasores de outras crenças ou até mesmo nenhumas.

Bárbaros entre nós
Estavamos no entanto guardados para bárbaros mais concretos e conhecidos: os burgueses entediados que vivem connosco paredes-meias, em quartos de casal onde se dirime o jogo de poder conjugal que transforma o amor numa guerra torpe e quotidiana – habitualmente conduzida na ocultação pelas mulheres.

Ocidente, de Rémi De Vos (dramaturgo do norte de França, de ali perto de Calais e da Grã-Bretanha, onde um muro anti-refugiados se constrói por estes dias com o compromisso anuente e abjecto do governo socialista francês), teve lugar no histórico ginásio da Escola Secundária de Camões.

Com encenação de Vítor Hugo Pontes, um artista plástico tomado de amores pelo teatro e pela dança, e interpretação de Maria do Céu Ribeiro (espantosa forte) e Pedro Frias (excelente fraco), Ocidente é teatro novo, de texto escrito hoje (em 2005, quando ainda havia jugoslavos – constantemente evocados na peça), e espelha a miséria moral e espiritual da Europa pós-Guerra Fria, a partir da conjugalidade e de uma ideia de família totalmente decadente e dominada pelas relações de poder – e também por um desejo melancólico (romântico, tendo preferencialmente o mar por cenário) de morte que ponha fim a tamanha miséria existencial. Muito bom teatro novo realista.

Sarah Adamopoulos e Céu Guarda acompanham o Festival TODOS pela primeira vez e produzirão um diário escrito e fotográfico entre os dias 9 e 12 de Setembro. A abordagem é autoral e pretende documentar, numa perspectiva distanciada e assumindo escolhas, momentos significantes da edição de 2016 da Caminhada de Culturas.


Publicado por Festival TODOS às 12-09-2016 13:10

Labels: ESPREITAR TODOS – DIÁRIOS espreitar todos - diários 4 Sarah Adamopoulos Céu Guarda Rémi De Vos Violons Barbares Dandarvaanchig Enkhjargal Céu Ribeiro Pedro Frias Dimitar Gougov Vítor Hugo Pontes Fabien Guyot


Milhares de pessoas passaram pelo TODOS

Mais uma vez, milhares de pessoas passaram pelos espectáculos/actividades do Festival TODOS. Pela dança, pelo teatro, pelas visitas, pelas exposições fotográficas, pela música, pelas performances, pelas actividades gastronómicas e pelo novo circo. Ou apenas para descansar e ler ou conversar e rever amigos.

O programa da 8ª edição do TODOS acabou ontem à noite com as Cozinhas Paraíso, mas ainda continuamos o nosso diálogo com o público. Hoje, por exemplo, ainda chegará a última página dos diários que Sarah Adamapoulos e Céu Guarda têm vindo a produzir ao longo do festival.

Publicado por Festival TODOS às 12-09-2016 11:02

Labels: Cozinhas Paraíso ESPREITAR TODOS – DIÁRIOS Sarah Adamopoulos Céu Guarda


Descobrir paraísos perdidos numa conversa em movimento

Três dezenas de pessoas acompanham o arquitecto paisagista João Gomes da Silva numa conversa em movimento que revela os jardins do Campo Santana e de como através deles se pode descobrir Lisboa e os seus pequenos paraísos perdidos.

O que pode um Jardim
João Gomes da Silva (arquiteto paisagista)
11 SET – 15h30
Um convite a conhecer por dentro os Jardins do Campo de Santana e do Torel. A partir de um jardim, podemos pensar Lisboa e os seus pequenos paraísos desaparecidos, olhar o que já lá não está e concluir por que caminhos se faz a cidade.

Publicado por Festival TODOS às 11-09-2016 15:53

Labels: Conversas O que pode um Jardim João Gomes da Silva Jardim do Campo dos Mártires da Pátria Jardim do Campo Santana Jardim do Torel


ESPREITAR TODOS - DIÁRIOS 3

Por Sarah Adamopoulos (texto) e Céu Guarda (fotos)

Quem vê caras não vê corações, costuma dizer-se. É bem verdade: quem vê caras pouco vê: nem corações, nem outras coisas. Identidades, por exemplo. Ou filiações, outro exemplo. Por essa razão, quem me vê a mim, não me conhecendo, não vê que falo francês (e leio, e por vezes sonho, e se for preciso canto nessa Língua que foi a primeira que falei). Sou uma pessoa portuguesa, cuja Língua dita materna é o Português, mas tenho uma outra cultura enfiada na memória de quem sou. Pertenço ao vasto e multiforme grupo de pessoas portuguesas que também são um pouco francesas. Há muitas. E no entanto, essa minha história identitária não cabe completamente no grupo mais comum dos primeiros descendentes das migrações portuguesas para França ocorridas nos anos 1960, por razões que agora não vêm ao caso.


Portugal não é um país pequeno
Tal como eu e os tantos outros que há por aí com a sua história francesa que levam atrelada mas não se vê, muitos mais portugueses há que têm uma outra, mais significativa e ocultada, pelas razões que têm a ver com o encolhimento abrupto a que Portugal foi sujeitado depois do 25 de Abril, quando as descolonizações (tão tardias e totalmente improvisadas) se impuseram aos governantes, e trouxeram de volta (ou então pela primeira vez) para o exíguo (a vários títulos) território europeu chamado Portugal uma enorme quantidade (ainda por determinar em toda a sua extensão sociológica) de portugueses provindos de África.

Se eu sou um pouco de França, eles são muito mais de África. E isso não se vê. Mas está lá, no lugar só aparentemente esquecido de quem pertenceu a uma realidade que deixou de existir: o Portugal que ia do Minho a Timor, e que tinha nas suas províncias africanas (e havia nessa lógica e organização administrativas do território grande absurdo auto-representativo, revelando-se em todo o seu esplendor o insólito delirante que animou o regime de Salazar) as suas mais cintilantes jóias coloniais – Angola, muito particularmente, onde a herança cultural portuguesa teve insuperável implantação.

André Amálio (n. 1977), uma pessoa que é um pouco de Londres (onde estudou teatro e performance na Goldsmiths University), descobriu essa parte ainda por resolver da História recente dos portugueses e teve uma ideia brilhante: fazer teatro com ela, recorrendo à voz subjectiva de pessoas que o actor entrevistou durante a pesquisa para o espectáculo Portugal não é um país pequeno – um objecto de teatro documental que revisita as problemáticas do colonialismo português sob o Estado Novo e as dores da descolonização, cuja última representação no âmbito do TODOS acontece hoje às sete da tarde.

Portugal não é um país pequeno põe em cena penas que ficaram a supurar no lugar do esquecimento de uma memória fortemente emotiva (nos mais novos, inconsciente – existindo silenciosa nas células dos seus corpos que são um pouco de África) que as reacções empáticas do público revelam ainda por sarar e a precisar, justamente, de interpretação pelos artistas.

Representado numa garagem recôndita da Academia Militar, há nesse espaço - momentaneamente requalificado para o teatro - inesperadas qualidades psico-dramáticas. E também algo de subversivo, por ser aquele um lugar inelutavelmente ligado à memória da guerra colonial. Senti-me, ontem, como uma antiga refugiada que se encontrou com outros refugiados num lugar secreto para falar de coisas proibidas – tendo ademais sido para lá conduzida pelos militares da Academia Militar que controlam e circunscrevem os movimentos do público do TODOS.

Portugal não é um país pequeno é um retrato arriscado do ponto de vista documental (pois essa razão de ser documento pede uma estrita observância de rigor historiográfico, condição difícil). Mas é também uma lufada de ar fresco, propiciada pelo distanciamento geracional e vivencial de André Amálio, que põe o público a rir de coisas tão improváveis como a ideia de o tema These Boots Are Made for Walking (na origem popularizado por Nancy Sinatra em 1966) poder ter sido criado para Salazar – cujo epíteto era O Botas –, com André Amálio a oferecer-nos um momento de, digamos, world dance, em que dança o vira e o malhão ao som do famoso sucesso da pop cujo tema são umas botas.

Travessia por cima de um santo
Um músico e performer faz a ponte entre o que escrevi até agora e o que ainda vou escrever: Pedro Salvador, que acompanhou André Amálio em Portugal não é um país pequeno mas cujo maior contributo para esta edição do TODOS foi ter seleccionado e dirigido 50 guitarristas eléctricos (provindos da população indiferenciada, sem restrições etárias, que respondeu à chamada da Organização do Festival) que ontem tocaram juntos, dispostos num grande círculo formado junto à estátua do médico Sousa Martins, no Jardim do Campo Santana, cada um com o seu amplificador, a música da sua autoria expressamente criada para acompanhar a travessia funâmbula de Tatiana-Mosio Bongonga, da Companhia Basinga.

Momento único, gerado a partir de uma ideia original de Giacomo Scalisi, um dos programadores do TODOS, o espectáculo (forte experiência sensorial, também) foi construído de raiz para esta edição do Festival, no que constitui um exemplo eloquente da criatividade e da imaginação que o definem.

França também não é um país pequeno - embora pareça
A noite de ontem terminou no Jardim do Torel com a música vanguardista e encantatória do projecto franco-marroquino N3rdistan – tão perfeita para acabar um dia em que as questões pós-coloniais estiveram tão presentes no meu espírito, com músicos de fusão da também não pequena França a demonstrar o que apenas os governantes e as elites francesas parecem não ver: que há muitos modos de resistir à sociedade desigual e dessacralizada que pretendem construir, com recurso a um Estado autoritário que parece professar um fundamentalismo ateu que se tornou insuportável nesse seu integrismo pragmatista e intolerante.


Sarah Adamopoulos e Céu Guarda acompanham o Festival TODOS pela primeira vez e produzirão um diário escrito e fotográfico entre os dias 9 e 12 de Setembro. A abordagem é autoral e pretende documentar, numa perspectiva distanciada e assumindo escolhas, momentos significantes da edição de 2016 da Caminhada de Culturas.


Publicado por Festival TODOS às 11-09-2016 13:39

Labels: André Amálio Pedro Salvador Tatiana-Mosio Bongonga N3rdistan ESPREITAR TODOS – DIÁRIOS ESPREITAR TODOS - DIÁRIOS 3 Sarah Adamopoulos Céu Guarda


Tarde de música singular no Hospital dos Capuchos

Rini Luyks e Michel (na foto) estão a animar o início desta tarde do Hospital dos Capuchos com a música dos seus acordeões. Os músicos levam a harmonia e a graça, mas também a mensagem de esperança e a notícia de outro concerto que se realiza ao final da tarde - Violons Barbares (Saulem'ai Tour, 18h00 - entrada livre).

Os Violons Barbares são o resultado da fusão musical de violinos extraordinários e percussões singulares e originais. O resultado é uma música prodigiosa num local singular - a Capela do Hospital dos Capuchos.

Saulem’Ai Tour
Violons Barbares
BULGÁRIA / FRANÇA / MONGÓLIA
11 SET – 18h00
[duração 60min] M/3
Capela do Hospital dos Capuchos – Alameda de Santo António dos Capuchos
Dois violinos extraordinários e percussões singulares e originais… uma música estranha, fascinante, enérgica, com um ritmo alucinante de inspiração folk, completamente contemporânea.

Two extraordinary violins and unique percussion. A rare, fascinating and frentic music with a breakneck pace of folk, yet contemporary, inspiration.

Enkhjargal Dandarvaanchig: kora e voz
Dimitar Gougov: gadulka
Fabien Guyot: doun-doun, gongs e bendir

Publicado por Festival TODOS às 11-09-2016 13:04

Labels: música Michel Rini Luyks Violons Barbares


Começou o último dia da 8ª edição

Com o Atelier de Funambulismo (na foto) e os Treinos de Campo deu-se início ao quarto e último dia da 8ª edição do Festival TODOS.

A jornada tem muito para oferecer até ao último evento, que começa às 21h30 (Cozinhas Paraíso, 21h30), pelo que convém olhar para o programa e decidir o que ver.

Publicado por Festival TODOS às 11-09-2016 11:02

Labels: Dia 4 Atelier de Funanbulismo Treinos de Campo


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